Subvertisings - Teorias
O Subvertising é uma das mais importantes formas de ação de uma vertente da guerrilha da comunicação na União Européia, Canadá e Austrália conhecido pelo nome de cultura Jamming (interferência cultural). O Subvertising é um jogo de palavras sobre a base do verbo inglês "to advertise" (fazer publicidade) e se refere à produção e difusão de antipublicidade e paródias puplicitárias.
Tal técnica pode ser vista como um desdobramento do conceito de Détournement, amplamente usado e disolvido pela Internacional Situacionista. A tradução para Détornement pode ser "desvio", "distanciamento", "afastamento", "descaminhos", "roubo", "rapto".
Um dos exemplos de Détournement mais conhecidos dos Situs era tomar histórias em quadrinhos americanas e substituir o conteúdo dos balões por textos revolucionários. "A Subversão é um jogo possível pelo fato das coisas poderem ser desvalorizadas", escreve Asger Jorn, em 1960, "cada elemento da cultura passada pode ser reinventado ou fragmentado".
Segundo Guy Debord, "Os dois princípios básicos do Détournement são a perda de importância de cada elemento originalmente independente (o que significa a perda completa de seu sentido original) e a organização de um novo significado que confere um sentido vivo a cada elemento. Em certos casos é possível utilizar produtos da civilização burguesa, mesmo os mais insignificantes como a puplicidade, modificando seu sentido".
Os Situacionistas usavam o termo no sentido concebido por Lautremont: "um método que consiste em tomar as coisas dos inimigos para montar uma outra coisa, que ajude a combater o inimigo".
Subvertisings - Práticas
Passeio Sobre os Passos dos Outros
Deriva
Na Deriva* Passeio Sobre os Passos dos Outros o Participante-Executante simplismente seque com uma filmadora pessoas escolhidas ao acaso, na rua.
Recorte Psicogeográfico
Video-Mapa Subjetivo
Na Deriva* Passeio Sobre os Passos dos Outros o Participante-Executante simplismente seque com uma filmadora pessoas escolhidas ao acaso, na rua.
A persequição é sempre interronpida quando as pessoas entram em casa ou em algum outro lugar e é logo retomada com uma nova pessoa escolhida ao acaso.
Recorte Psicogeográfico
Video-Mapa Subjetivo
*A Deriva é um modo de comportamento experimental ligado às condições da sociedade urbana: técnica de passagem rápida por ambiências variadas. A Deriva é um exercício prático da Psicogeografia e, além de ser também uma forma de apreesão do espaço urbano pelo pedestre através da ação de andar sem rumo, com o objetivo de mapear os divesos comportamentos afetivos diante dessa ação de caminhar pela cidade.
IntenCidade
VISÕES, REVISÕES E CONVERSAÇÕES SOBRE INTERVENÇÕES
ARTÍSTICAS COLABORATIVAS NA CIDADE DE FORTALEZA

A mostra de vídeos IntenCidade - Visões, Revisões e Conversações sobre Intervenções Artísticas Colaborativas na Cidade de Fortaleza surgiu da necessidade de alguns Grupos-Coletivos de Fortaleza-CE de se conhecerem e debaterem a luz do diálogo público sobre as Intervenções desenvolvidas por eles.
Para participar das conversações a mostra contou com a participação do Artista e Professor Herbert Rolim e do Artista e Mestre em Artes Visuais Enrico Rocha.
Além de ver, rever e discutir sobre as Intervenções Artísticas desenvolvidas pelos Grupos-Coletivos e suas reverberações na cidade de Fortaleza, o objetivo da mostra foi traçar articulações entre os Grupos-Coletivos e engendrar futuras Intervenções.

18/12/08
Coletivo Graffiticidade
Laboratório de Arte Pública - L.S.T.
Grupo Acidum
Grupo Interferência
CONVERSAÇÕES COM
Herbert Rolim
19/12/08
Coletivo Interatividade
Coletivo Curto-Circuito
Grupo Grupo
Projeto Balbucio
CONVERSAÇÕES COM
Enrico Rocha
DE 19H ÀS 22H
ENTRADA FRANCA
Local:
DIMENSÃO VARIÁVEL – Fábrica Interdisciplinar de Arte
Rua Pinto Madeira 678, Trv. Ubajara 54, Centro, Cep: 60150-000, Fortaleza-CE.
Organização:
eSCOLA DE bENS iMATERIAIS
escoladebensimateriais@hotmail.com
ARTÍSTICAS COLABORATIVAS NA CIDADE DE FORTALEZA

A mostra de vídeos IntenCidade - Visões, Revisões e Conversações sobre Intervenções Artísticas Colaborativas na Cidade de Fortaleza surgiu da necessidade de alguns Grupos-Coletivos de Fortaleza-CE de se conhecerem e debaterem a luz do diálogo público sobre as Intervenções desenvolvidas por eles.
Para participar das conversações a mostra contou com a participação do Artista e Professor Herbert Rolim e do Artista e Mestre em Artes Visuais Enrico Rocha.
Além de ver, rever e discutir sobre as Intervenções Artísticas desenvolvidas pelos Grupos-Coletivos e suas reverberações na cidade de Fortaleza, o objetivo da mostra foi traçar articulações entre os Grupos-Coletivos e engendrar futuras Intervenções.

18/12/08
Coletivo Graffiticidade
Laboratório de Arte Pública - L.S.T.
Grupo Acidum
Grupo Interferência
CONVERSAÇÕES COM
Herbert Rolim
19/12/08
Coletivo Interatividade
Coletivo Curto-Circuito
Grupo Grupo
Projeto Balbucio
CONVERSAÇÕES COM
Enrico Rocha
DE 19H ÀS 22H
ENTRADA FRANCA
Local:
DIMENSÃO VARIÁVEL – Fábrica Interdisciplinar de Arte
Rua Pinto Madeira 678, Trv. Ubajara 54, Centro, Cep: 60150-000, Fortaleza-CE.
Organização:
eSCOLA DE bENS iMATERIAIS
escoladebensimateriais@hotmail.com
Sujeitos e Sujeitados - Homo Consumibilis
Cartografias do Poder - Programa in Progress
Performance / Intervenção-Obra-Experiência em Áreas Exclusivas Para Orgias de Consumo.
CONCEITO
Uma performance que trata da crise do sujeito contemporâneo imerso em “áreas exclusivas para orgias de consumo”. Áreas em expansão, cidade-mundo, cidade-shopping, cidade-oferta de mercadorias que se abate qual avalanche sobre os sujeitos, impedindo-os de se saberem como sujeitos.
O Shopping, em seu sentido amplo, diz Koolhas, tornou-se o paradigma de crescimento das cidades a nível mundial, e a cidade de Fortaleza não poderia escapar desse movimento geral de crescimento e subsistência da cidade somente enquanto shopping.
DESCRIÇÃO
Trata-se de uma intervenção-obra-experiência móvel, visual, imediata, pontual e efêmera que propõe interferir no cotidiano de maneira sutil e intimista.
Na performance HOMO CONSUMIBILIS o performer atravessa um mar de produtos carregando entre os dentes um cartão de crédito.
Neste mar de produtos, nesta tirania oral, o HOMO CONSUMIBILIS não encontra o que deseja, mas deseja tudo o que encontra.
A idéia é mostrar a permanente recriação de indivíduos desumanizados, permanente recriação que assegura a continuidade do sistema capitalístico contemporâneo.
Vídeo: Intervenção-Obra-Experiência realizada no Shopping Iguatemi, Fortaleza, 2008.
Performance / Intervenção-Obra-Experiência em Áreas Exclusivas Para Orgias de Consumo.
CONCEITO
Uma performance que trata da crise do sujeito contemporâneo imerso em “áreas exclusivas para orgias de consumo”. Áreas em expansão, cidade-mundo, cidade-shopping, cidade-oferta de mercadorias que se abate qual avalanche sobre os sujeitos, impedindo-os de se saberem como sujeitos.
O Shopping, em seu sentido amplo, diz Koolhas, tornou-se o paradigma de crescimento das cidades a nível mundial, e a cidade de Fortaleza não poderia escapar desse movimento geral de crescimento e subsistência da cidade somente enquanto shopping.
DESCRIÇÃO
Trata-se de uma intervenção-obra-experiência móvel, visual, imediata, pontual e efêmera que propõe interferir no cotidiano de maneira sutil e intimista.
Na performance HOMO CONSUMIBILIS o performer atravessa um mar de produtos carregando entre os dentes um cartão de crédito.
Neste mar de produtos, nesta tirania oral, o HOMO CONSUMIBILIS não encontra o que deseja, mas deseja tudo o que encontra.
A idéia é mostrar a permanente recriação de indivíduos desumanizados, permanente recriação que assegura a continuidade do sistema capitalístico contemporâneo.
Vídeo: Intervenção-Obra-Experiência realizada no Shopping Iguatemi, Fortaleza, 2008.
Restos de Gente
Teatro Invisível
Segundo Augusto Boal, o Teatro Invisível consiste na representação de uma cena em ambientes que não sejam o teatro, e diante de pessos que não sejam expectadores. O lugar pode ser "público" ou "privado". As pessoas que assistem à cena serão as pessoas que aí se econtrarem acidentalmente. Durante todo o "espetáculo", essas pessoas não devem sequer descofiar de que se trata de um espetáculo, pois se assim fosse, imediatamente se transformariam em "espectadores".
O Teatro Invisível deve "explodir" em um determinado local de grande afluência de pessoas. Todas as pessoas próximas devem ser envolvidas pela explosão, e os efeitos desta muitas vezes perduram até depois de muito tempo de terminada a cena. No Teatro Invisível é importante que se tenha uma direção de cena, sobretudo quando o objetivo é confrontar pessoas com Situ-Ações que se expressam claramente a opressão. "Se deve elaborar formas de atuação que assegurem a trasmissão da mensagem prevista".
Esse tipo de teatro possibilita um trabalho com Situ-Ações de conflito onde os atores e espect-atores podem atuar livremente. É importante insistir que, nesta forma de teatro os atores não se podem revelar como tais: precisamente nisso reside o caráter invisível desta forma de fazer teatro. E precisamente este caráter de invísibilidade fará com que o espect-ator atue livremente, totalmente, como se estivesse vivendo uma Situ-Ação real: afinal de contas a Situ-Ação é real!
No Teatro Invisível, os rituais teatrais são abolidos: existe apenas o teatro, sem suas formas velhas e gastas. A energia teatral é completamente liberdade, e o impacto que este teatro livre causa é muito mais violento e duradouro.
Trabalho de Arte-Ação realizado durante experiência formativa de Teatro do Oprimido com o CTO-RIO.
Segundo Augusto Boal, o Teatro Invisível consiste na representação de uma cena em ambientes que não sejam o teatro, e diante de pessos que não sejam expectadores. O lugar pode ser "público" ou "privado". As pessoas que assistem à cena serão as pessoas que aí se econtrarem acidentalmente. Durante todo o "espetáculo", essas pessoas não devem sequer descofiar de que se trata de um espetáculo, pois se assim fosse, imediatamente se transformariam em "espectadores".
O Teatro Invisível deve "explodir" em um determinado local de grande afluência de pessoas. Todas as pessoas próximas devem ser envolvidas pela explosão, e os efeitos desta muitas vezes perduram até depois de muito tempo de terminada a cena. No Teatro Invisível é importante que se tenha uma direção de cena, sobretudo quando o objetivo é confrontar pessoas com Situ-Ações que se expressam claramente a opressão. "Se deve elaborar formas de atuação que assegurem a trasmissão da mensagem prevista".
Esse tipo de teatro possibilita um trabalho com Situ-Ações de conflito onde os atores e espect-atores podem atuar livremente. É importante insistir que, nesta forma de teatro os atores não se podem revelar como tais: precisamente nisso reside o caráter invisível desta forma de fazer teatro. E precisamente este caráter de invísibilidade fará com que o espect-ator atue livremente, totalmente, como se estivesse vivendo uma Situ-Ação real: afinal de contas a Situ-Ação é real!
No Teatro Invisível, os rituais teatrais são abolidos: existe apenas o teatro, sem suas formas velhas e gastas. A energia teatral é completamente liberdade, e o impacto que este teatro livre causa é muito mais violento e duradouro.
Trabalho de Arte-Ação realizado durante experiência formativa de Teatro do Oprimido com o CTO-RIO.
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